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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Deputado defende reforço do orçamento da PM e cobra respostas da Sejusp sobre morte de policial militar

A sessão ordinária desta quinta-feira, 19, da Assembleia Legislativa do Amapá, foi tomada por manifestações acerca da morte do sargento da Polícia Militar Hudson Conrado, assassinado na noite desta quarta-feira, 18, enquanto aguardava a esposa sair do trabalho. O deputado Paulo Lemos (Psol) propôs voto de pesar e um minuto de silêncio em homenagem ao PM e a proposta foi aprovada pelos 11 deputados presentes à sessão.

O deputado Pedro DaLua (PSC), que já foi presidente da Comissão de Direitos Humanos da Casa, fez um discurso de defesa da Polícia Militar e lamentou o tratamento dispensado à corporação. Embora o líder do governo, deputado Dr. Furlan (PTB), tenha afirmado que não falta combustível nem viaturas nos quartéis e delegacias, DaLua defendeu que é preciso que uma comissão de parlamentares visite estes locais, pois não tem sido isso que a população tem afirmado. "Não duvido das informações prestadas pelo líder do governo, mas na medida em que a população se queixa de falta de viaturas e de combustível, precisamos conferir in loco", afirmou.
DaLua voltou a defender a verba carimbada para a Polícia Militar e lembrou que no ano passado propôs emendas ao orçamento, para garantir recursos à PM, mas acabou isolado. Na época, houve drástica redução nos orçamentos de diversos órgãos de segurança pública e a manutenção de gastos milionários com publicidade e propaganda. A Polícia Militar teve redução de R$ 12.200.000 para R$ 9 milhões, e a Polícia Civil sofreu um corte de R$ 7 milhões para R$ 5.133.621,00. O Corpo de Bombeiro também foi afetado, com diminuição de R$ 3 milhões.
Pela proposta de DaLua, seriam retirados recursos da propaganda e o orçamento da PM seria ampliado de R$ 9 milhões para R$ 15 milhões, além de um reforço de R$ 3 milhões no Fundo do Passe Social Estudantil. O benefício tinha previsão de R$ 2 milhões e, com a emenda, ampliaria para R$ 5 milhões, beneficiando milhares de estudantes carentes. A proposta foi rejeitada.
DaLua cobrou respostas do secretário de Segurança Pública, Ericláudio Alencar, pois criou-se um abismo entre os números apresentados pela Sejusp e a realidade das ruas. "Na verdade, o secretário – que goza do meu respeito e admiração – precisa decidir se é deputado, delegado, secretário ou apresentador de TV. Fazer tudo ao mesmo tempo não dá".
Da sessão, DaLua seguiu para o quartel da PM, onde foi prestar homenagem ao militar assassinado.


AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Alap
Texto: Gabinete Deputado Pedro DaLua
Fotos: Gerson Barbosa / Jaciguara Cruz
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