O
projeto obrigava as escolas públicas e de ensino especial a fornecer
aos seus alunos portadores de necessidades especiais equipamentos
ajustáveis às suas limitações e peculiaridades decorrentes de cada
necessidade física e especial portada por cada um. “O maior objetivo do
projeto, era eliminar qualquer tipo de obstáculos enfrentados pelos
estudantes portadores de necessidades especiais e, dar o direito a
inclusão escolar”, destacou Zé Luiz, que disse lamentar o veto.
O
autor do projeto propõe que as escolas de ensino público do estado,
tenham o número adequado de carteiras inclusivas que correspondam à
quantidade de alunos com deficiência matriculados na unidade de ensino.
“Esses equipamentos possibilita recuperar a autoestima do aluno e
proporciona mais autonomia nas aulas. Infelizmente, faltou um pouco mais
de sensibilidade por parte do Poder Executivo, haja vista que, muitos
estudantes com deficiência ficam excluídos no avanço escolar”, lamentou.
A
carteira inclusiva é um conjunto composto por mesa e cadeira com
estabilidade e segurança. Possui diferentes regulagens moldadas para os
diferentes tamanhos. O assento conta com um cinto de segurança que
impede o ocupante com necessidades escorregar. Ao lado da mesa, além de
um aparador para colocar os livros e cadernos, em cima da tampa um
adaptador para prender o material regulado de acordo com a vontade do
aluno.
No
Amapá, há um aumento constante do número de matrículas de estudantes
com deficiência em escolas de ensino regular. No estado, há apenas uma
escola especializada no ensino para alunos com deficiência, com o número
limitado de vagas. “O veto governamental adia o desenvolvimento
educacional dos estudantes portadores de necessidades especiais”, disse
com indignação o petista.
O
projeto segue tramitando na Assembleia Legislativa e aguarda uma nova
data para entrar em votação, onde possivelmente terá a mensagem do veto
analisada pelos parlamentares em Plenário. Caso o veto seja derrubado, a
matéria retorna ao Executivo, que se não se manifestar poderá ser
promulgada pela própria ALAP.
RELEASE 05/05/2014
Assembleia legislativa do Estado do Amapá – ALAP
Departamento de Comunicação – Decom
Direção do Decom – Cleber Barbosa
Texto: Diana Franklin
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